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Antes
limitado aos sedãs de luxo, o câmbio automático foi se tornando
aos poucos opcional também em sedãs menores e minivans e, mais
recentemente, nos hatches médios. Quem puxou a fila foi o VW
Golf, logo que começou a ser produzido no Paraná, no fim de
1999. Demorou para os concorrentes entrarem na briga, mas no
início de 2002 a GM acordou e colocou o equipamento no Astra
hatch, sendo seguida pelo Focus hatch argentino no fim daquele
ano.
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Astra |
Focus |
Golf |
Peugeot 307 |
A novidade mais recente é o também argentino Peugeot 307, que
inova com o primeiro automático seqüencial do segmento. Com
gerenciamento eletrônico de nova geração, ele permite também
trocas manuais por leves toques na alavanca, como nos mais
requintados modelos importados. Também inédito no segmento é o
motor bicombustível do Astra, por enquanto exclusivo entre o
hatches médios, e pioneiro na combinação motor flex/transmissão
automática.
Essas
duas novidades, somadas ao crescimento das vendas de modelos com
esse tipo de câmbio, justificam plenamente este encontro dos
quatro hatches médios para um tira-teima na pista. Em comum,
além da carroceria e da caixa automática, todos têm motor 2.0
com potências bem próximas, além de preços similares. Mantendo
nosso critério, o Astra foi testado com álcool, combustível que
vem sendo a principal opção dos proprietários de carros flex, em
função do menor custo por quilômetro rodado
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